Bithumb, a segunda maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul, confirmou que um agente externo conseguiu acessar seu sistema interno de comunicação móvel, provocando o vazamento de dados pessoais de usuários.
O que foi divulgado
A empresa está verificando se informações de clientes – como nomes, e‑mails e números de telefone – foram realmente comprometidas. Segundo a agência Yonhap, fontes do setor afirmam que parte desses dados já foi divulgada na internet.
Outras empresas afetadas
Na mesma data, a corretora Daishin Securities e a gestora de ativos Mirae Asset Global Investments também relataram incidentes semelhantes. A Daishin informou que os dados de 38 490 clientes foram expostos, enquanto a Mirae confirmou um ataque e está sob inspeção das autoridades financeiras.
Contexto da onda de ataques
Este caso faz parte de uma série de invasões que atingiram 16 instituições financeiras sul‑coreanas nas últimas semanas, resultando em cerca de 100 000 registros vazados, conforme a Comissão de Serviços Financeiros do país.
Possíveis consequências
- Os dados vazados podem ser usados em campanhas de phishing ou para fraudes de SIM swapping.
- As empresas afetadas prometeram compensar os clientes conforme a legislação vigente.
- Autoridades coreanas iniciaram investigações para identificar os responsáveis.
Embora as três instituições não tenham respondido imediatamente a pedidos de comentário, o episódio reforça a necessidade de medidas robustas de segurança cibernética no ecossistema de criptoativos.
Phishing: técnica de fraude onde criminosos enviam mensagens falsas para enganar a vítima e obter informações confidenciais, como senhas ou dados bancários.
Fonte: decrypt.co
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